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IN FRONT OF YOUR FACE, de Hong Sang Soo: as impermanências do presente

IN FRONT OF YOUR FACE, de Hong Sang Soo: as impermanências do presente 1.                Há um ditado popular que sempre me causou grande incômodo: “em time que está ganhando, não me mexe”. Seja no futebol seja no cinema, é claro que se deve mudar. No futebol ou na estratégia do mundo corporativo, porque é preciso antecipar: não se pode esperar até perder para só então ter a coragem de mudar. No cinema ou nas artes, porque o mundo está sempre girando e mudando, então é impossível manter-se parado. Lembro de grandes artistas que, no auge do neorrealismo italiano, tiveram a coragem de mudar, porque simplesmente o mundo já era outro e exigir uma nova atitude do artista: Visconti com seu Senso (1954); Rossellini com Viagem à Itália (1954) – dois filmes que fugiam do protótipo do neorrealismo para buscar uma outra relação de escrita cinematográfica, outro engajamento com o mundo. Visconti, algum tempo depois, abriria O Leopardo (1963) com a frase do romance de Lampedusa: “ Algo deve mud

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