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MEDIDA PROVISÓRIA

  MEDIDA PROVISÓRIA, MARIGHELLA E AS HERANÇAS DO CINEMA DA RETOMADA                   Vejo que há muito em comum entre MARIGHELLA e MEDIDA PROVISÓRIA, dois filmes brasileiros recentes que atraíram a atenção da crítica e do público num momento de crise não só do Brasil mas do próprio cinema brasileiro. Vivemos uma crise institucional do cinema brasileiro, expressa pela paralisia dos financiamentos públicos, com os ataques à Ancine pelo governo Bolsonaro, e agravada com a pandemia. Uma crise também de mercado, uma vez que, após a reabertura das salas de cinema, sem a devida regulação da Cota de Tela pela Ancine, os blockbusters estrangeiros passaram a ocupar mais de 90% de nossas telas. Mas essa crise seria também uma crise de ideias? Como o cinema brasileiro pode reagir/vem reagindo a esse cenário de crise?                Os dois filmes se baseiam em um modelo de produção hegemônico para falar de questões ligadas ao periférico. Ambos se fundam em certa polêmica a partir de questões

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