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[JANELA 2] Três filmes - tão perto e tão longe

[Cobertura do X Janela Internacional de Cinema do Recife]


CALL ME BY YOUR NAME, de Luca Guadagnino
TUDO QUE O CÉU PERMITE, de Douglas Sirk
O MATADOR DE OVELHAS, de Charles Burnett




O cinema nos permite viajar para outros tempos e lugares, desfrutar de histórias inusitadas e mergulhar no imaginário de personagens e situações, mas o que me interessa de fato no cinema é como ele expressa, por meio do uso da linguagem cinematográfica, uma forma de estar no mundo.

Fiquei com inveja dos personagens do último filme de Luca Guadagnino: são todos belos, ricos, moram numa casa incrível, tem uma empregada que lhes prepara suco de abricó no lanche da tarde, passeiam de bicicleta, mergulham no rio no quintal da sua casa, e não parecem ter nenhuma preocupação além disso – o pai parece ser um professor de arte antiga, ou coisa do tipo, mas nada de “muito importante”. Assim, CALL ME BY YOUR NAME revela seu contexto reacionário: tudo o que os personagens têm a fazer é desfrutar a vida e curtir o amor. …

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[20a. MOSTRA TIRADENTES] UM FILME DE CINEMA